O PCP deplorou hoje a "inaceitável e vergonhosa" posição do governo português de "alinhamento com a estratégia de guerra, agressão e ingerência externa" da NATO, que levou a considerar "persona non grata" a embaixadora da Síria acreditada em Portugal.
"Uma postura tão mais grave quanto Portugal, como membro do Conselho de Segurança da ONU, deveria pautar a sua atuação pela busca de soluções políticas e diplomáticas para os conflitos", refere um comunicado do PCP, que aponta especiais responsabilidades ao ministro dos Negócios Estrangeiros português, Paulo Portas.
O PCP diz condenar o massacre terrorista de Al-Houla, na Síria, que vitimou mais de uma centena de civis inocentes, mas sustenta que este caso "não pode deixar de ser analisado à luz da estratégia de militarização, subversão, agressão, ingerência e guerra do autoapelidado 'grupo de amigos da Síria' integrado pelas principais potências imperialistas e ditaduras fundamentalistas do Golgo Pérsico".
http://www.destak.pt/artigo/130073-pcp-acusa-governo-portugues-de-alinhar-em-estrategia-de-guerra-e-agressao-promovida-pela-nato
"Uma postura tão mais grave quanto Portugal, como membro do Conselho de Segurança da ONU, deveria pautar a sua atuação pela busca de soluções políticas e diplomáticas para os conflitos", refere um comunicado do PCP, que aponta especiais responsabilidades ao ministro dos Negócios Estrangeiros português, Paulo Portas.
O PCP diz condenar o massacre terrorista de Al-Houla, na Síria, que vitimou mais de uma centena de civis inocentes, mas sustenta que este caso "não pode deixar de ser analisado à luz da estratégia de militarização, subversão, agressão, ingerência e guerra do autoapelidado 'grupo de amigos da Síria' integrado pelas principais potências imperialistas e ditaduras fundamentalistas do Golgo Pérsico".
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