Escândalo numa escola perto de Brasília
Fernando Fernandes e Juvenal Campos, inspectores da
Polícia Civil de Brasília encarregues da investigação, informaram que a
menina estava a caminhar num corredor da escola durante um intervalo das
aulas quando foi empurrada pelos agressores para dentro de uma sala
vazia.
No local, a adolescente, apavorada ante a
agressividade dos colegas, quase todos com 16 e 17 anos e um deles já
com 19, foi obrigada a tirar toda a sua roupa.
De
seguida, a menina foi forçada a fazer sexo oral com os colegas, enquanto
outros guardavam a porta, para impedir a entrada de alguém. Ainda
segundo a polícia, os agressores ameaçaram a vítima, dizendo-lhe que não
poderia denunciar os abusos a ninguém e não podia faltar à escola.
Nos
dois dias seguintes, a adolescente foi novamente forçada a ir com os
agressores até uma sala vazia e a repetir o sexo oral, até que o seu
comportamento nervoso e fugidio em casa chamou a atenção da família, que
a interrogou e conseguiu que ela relatasse os abusos sofridos na
escola.
Segundo Fernando Fernandes, a adolescente,
muito abalada e constrangida, não quer falar mais no assunto, mas há
indícios de que além dos sete alunos já identificados, outros possam ter
abusado dela, e o inspector quer saber como isso foi possível durante
três dias sem que a direcção da escola, que se recusou a comentar o
assunto, tenha sabido ou tomado alguma providência.