Ettore Gotti Tedeschi, ex-presidente do Banco do Vaticano, investigado por suspeitas de lavagem de dinheiro, temia ser morto.
O ‘banqueiro de Deus’ deixou escrito a amigos: "Se me matarem, buscai [o motivo] nestas cartas". Em causa, importantes figuras da Santa Sé, como o cardeal Tarcisio Bertone ou o secretário particular do Papa, George Gäns-wein. O Vaticano está a contas com um escândalo de fuga de informações que resultou já na detenção de Paolo Gabriele, mordomo do Papa.