Nascido
na Sibéria, no seio de uma família abastada – que abandonou a Rússia
aquando da revolução dos sovietes – Tretchikoff foi um autodidata da
pintura e desde logo mostrou aptidão para o retrato naturalista, as
naturezas mortas e o desenho de animais.
Viveu
na China e na Malásia, e na sequência da Segunda Guerra Mundial,
mudou-se para a África do Sul, onde desenvolveu a maior parte da sua
popular carreira.
Apelidado
de ‘rei do kitsch’, trabalhou em óleo, aguarela, tinta, carvão e lápis,
e as suas obras foram alvo de reprodução constante.
O
novo proprietário da tela, Laurence Graff, já prometeu exibir o quadro
na cidade sulafricana de Stellenbosch, num hotel que possui e onde tem
expostas várias obras de Tretchikoff, o seu pintor preferido.